O que é Google API e por que profissionais de marketing devem saber?


Desenvolver uma interface inteligente (software, aplicativo, site e outros) vai além do conhecimento de programação. É preciso usar padrões que permitam que essas aplicações interajam com uma série de outros sistemas e apps. Quem faz isso é a Application Programming Interface (API) ou Interface de Programação de Aplicativos.

Até quem não faz ideia do que seja uma API, certamente já usou uma. Afinal, ela é o motor de grande parte das ferramentas que usamos no dia a dia: sempre que o usuário usa um aplicativo ou um site, a API faz as conexões necessárias com os sistemas e aplicativos envolvidos no processo.

Qualquer ação que executamos na internet, como a leitura deste texto, por exemplo, coloca as APIs em ação: conexões entre aplicações diversas são feitas para garantir que a interface apareça perfeita para o usuário. Entre as mais populares hoje em dia estão as Google API. Abaixo, explicamos com mais detalhes como elas funcionam.

Como uma API funciona?

A API interliga diversas funções em uma interface para que elas sejam usadas em outras aplicações. Ou seja, faz os códigos se comunicarem e se combinarem para definir os comportamentos dos componentes da interface, de acordo com o que foi programado para eles.

Com ela, uma aplicação pode reunir muitas funcionalidades em um só ambiente. Um bom exemplo de API é a que pede seu CEP na hora de fazer um cadastro e, a partir dele, importa os demais dados do seu endereço. O serviço é feito nos bastidores, e o usuário só vê o resultado final.

Essa funcionalidade do CEP está hoje presente em vários sites e aplicativos que requerem o cadastramento de usuários. Esse é um benefício claro, já que integra os softwares e, assim, abre espaço para o desempenho de funções sem a necessidade de intervenção humana.

Qual a relação das APIs com o marketing?

O uso de APIs pode abrir possibilidades no segmento de marketing. Entre as opções de uso estão engajamento, geração de leads, segmentação, métricas e outras.

Vamos imaginar, por exemplo, que uma loja física acaba de lançar sua filial virtual. Quais são as opções trazidas pelas APIs para esse empreendimento? Confira algumas delas:

Cadastro

Na hora de preencher o cadastro dos clientes, é possível, por exemplo, buscar informações já disponíveis no Facebook. Isso facilita a vida do consumidor, que tem menos informações para preencher.

Preços

A loja pode se integrar a um aplicativo de comparação de preços para que o cliente confirme que suas ofertas são melhores que as da concorrência, sem ter de pesquisar cada site individualmente.

Localização

Quando o consumidor visita o site da loja, pode encontrar, ali mesmo, um mapa que indica sua localização geográfica e a melhor forma de chegar lá — caso seja necessário visitar a filial física. Isso é facilitado pela Google API do Maps.

Pagamento

Na hora de pagar a compra, quanto mais comodidade melhor. Se achar o processo difícil, o consumidor pode até desistir da transação. Uma API pode permitir que o pagamento seja feito sem que ele saia do site da loja.

Pós-venda

Depois de terminar o processo de compra, o cliente em geral recebe um e-mail automático com os dados do negócio.

Em outras palavras, as APIs podem ajudar as empresas a oferecerem a informação que o cliente quer ou precisa no momento certo. É assim que seu uso no segmento de marketing permite revolucionar a experiência do consumidor nos canais da empresa.

Como está sua interação com as APIs? Quer saber mais sobre a Google API do Maps? Aproveite para aprender a criar novas receitas e reduzir custos com as Google Maps APIs.

andrezza.vieira
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